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Para quem edita

Como montar um portfólio de edição que gera propostas

Publicado em 8 de agosto de 2026 · 7 min de leitura

PDF e Drive não vendem ritmo. A vitrine precisa mostrar estilo com clareza, disponibilidade e um ticket mínimo honesto — senão a proposta chega errada.

Cliente não contrata “editor versátil”. Contrata o corte que já viu. Se o portfólio mistura casamento, gameplay, institucional e Reels de humor no mesmo bloco, a pessoa não sabe o que você quer fazer daqui para a frente — e manda briefing genérico.

Publique prova, não catálogo

Preço e agenda sem teatro

“A partir de” e ticket mínimo filtram proposta incompatível. Se você não fecha abaixo de R$ 800, deixe isso explícito. O mesmo vale para disponibilidade: aceitando, agenda limitada ou indisponível. Cliente que vê 🔴 e mesmo assim insiste já começa o relacionamento torto.

Bio curta, especialidades honestas, prazo médio realista. A reputação que conta depois — nota, trabalhos verificados, projetos concluídos — nasce da execução aqui, não do texto da vitrine. Publique, receba, entregue, publique de novo. Esse é o ciclo.

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